Arquivado em: Análises, Corneta, Criticas, Jogos, Paixão, Projeções, Rivalidade | Etiquetas: Clássico, Copa Sul-Americana, Gre-Nal, Inter
Mais uma vez o Inter monta o time no meio da competição. Mais uma vez, podemos observar que alguns reforços não merecem jogar com o Manto Sagrado Colorado. No primeiro gre-NAL da Sul-America, ontem (13) isso ficou evidente. Rosinei e Gustavo Nery são os meus escolhidos para levarem o cornetaço. Não jogaram nada. Rosinei entrou no segundo tempo, poderia ter feito muito mais, pois tem potencial. Foi incompetente.
Gustavo Nery foi uma piada. Um dos piores em campo. Não apoiou e quando marcou, o fez mal. Ta certo, estão sendo as primeiras partidas de ambos. Mas, sinceramente, não levo fé.
Por isso mesmo afirmo que estou há uma partida de jogar a toalha e largar o Inter de mão em 2008. De início promissor a um time montado aos 48 do segundo tempo. Se continuar assim não pega nem a Sul-Americana no ano que vem. Libertadores, já era. Se vencermos o Vasco, domingo, com uma atuação no mínimo convincente, ainda seguro minha toalha. Senão, “adiós, amigos”.
Nem tudo está perdido
Dos novos reforços, Daniel Carvalho está se mostrando o melhor. D’Alessandro fez sua estréia, é fato, não jogou bem, mas mostrou personalidade. E raça, claro. Luiz Carlos é centroavante, desajeitado. A bola na canela no gre-NAL de ontem está desculpada. Gosto de times com centroavantes. Vamos ver o que rola até o fim do campeonato. Bolívar está no caminho certo e voltará a ser o velho guerreiro na conquista da América em 2006.
Mas a opção de Giñazu por ficar foi a melhor notícia que a nação Colorada poderia ter recebido no ano. Joga demais esse gringo. Mas não pode jogar sozinho.
Não quero ser taxado de imitão de argentino, como gostam de fazer os torcedores do azenha f.c. Mas tem uma coisa que admiro no Boca Juniors e seus torcedores, quando o time joga no seu estádio, La Bombonera. Há uma mística, muita fantasia, que na verdade se trata de um pavor psicológico imposto pelo Boca e seus adversários. Há, claro, diferenças entre La Bombonera e o Beira-Rio. No campo do Boca a torcida está a poucos metros dos jogadores dentro de campo. No Templo Colorado isso não acontece. Mas essa mesma mística e pressão está começando a ser adotada aqui e eu acho que isso deve acontecer.
Vamos aos fatos: o Inter deve sempre fazer esse terrorismo com seus adverários. Mas vejam bem, não estou falando de violência, mas do fator psicológico. Um destes passos é o vestiário dos visitantes e túnel de acesso ao gramado com imagens das grandes conquistas do Colorado, para que eles vejam com quem estão se metendo. Outra medida seria o anúncio através dos auto-falantes do Estádio, que deveriam incentivar a torcida. Se bem que a torcida tem incentivado e muito o time, sempre. E a torcida e outro ponto fundamental nisso. A nossa “barrabrava”, a maravilhosa Guarda Popular Colorada, com seus cantos de incentivo ao time antes, durante e depois do jogo ajudam a fazer esse terrorismo. Mas essa pressão deve (e está) ir além. Começa com o foguetório no hotel onde o adversário estiver hospedado. Isso não é violência, afinal, não sei se há alguma lei que proíba soltar fogos de artifício. A outra forma de pressão é cantar, sem violência, óbvio, quando o adversário estiver por perto, no hotel, ou chegando no Beira para a partida. Vamos mostrar quem manda!
O time também deve ajudar dentro de campo, como tem feito e assim foi contra o Paraná e contra o Juventude. Como disse o Fernandão depois do jogo de domingo, quando amassamos aquelas topeiras verdes: “é assim que devemos respeitar o adversário, fazendo gols”. É isso aí. Geralmente quando um time mete quatro gols, pára, relaxa, toca a bola e faz o tempo correr. Não deveria. Tem que ir para cima e mostrar que é grande e calar a boca deles, como Inter fez no domingo. Se por acaso o time precisar do resultado, e estiver conseguindo, deve fazer aquela catimba. Demorar para cobrar até um lateral, fazer o tempo correr, até mesmo uma cerinha numa falta. Pressionar o adversário dentro de campo, como fazem os argentinos e uruguaios.
Com estas e outras medidas que podem ser adotadas e que não me vêm na cabeça neste momento, iremos, com certeza, intensificar a “Mística do Beira-Rio” e liquidar nossos adversários.
Que jogo, que vitória! Jamais esquecerei de mais esse momento maravilhoso ao lado do Colorado velho de guerra. Presencialmente comparo o nosso 38º título estadual com a Libertadores e com o Gauchão de 1997 em cima do Segundona. Momento ímpar esse. Alma lavada. Depois de levar três chibatadas dos caras, nada melhor que uma goleada como foi este 8 a 1 para provar quem é o time grande. No ano passado, se formos analisar bem as coisas, rebaixamos o Juventude com aqueles 3 a 0 que fizemos no Beira. Em dois anos consecutivos, acabamos com a raça deles.
Alex, o maestro colorado na competição, guarnecido pela melhor contratação do Inter nos últimos anos, depois de Fernandão: Pablo Giñazu. Imaginem, menos de duas semanas depois de uma cirurgia, o cara entra em campo e é um dos melhores na partida. Merece outro post especial, como foi há alguns meses, o que farei nas próximas passagens por estas bandas.
Copa do Brasil
Não quero nem ganhar o Brasileiro. Quero voltar à Libertadores e isso pode acontecer se faturarmos a Copa do Brasil. Não é fácil, mas temos o melhor elenco de todos que estão disputando essa competição. Mas reitero: não é moleza, pelo contrário. Mas temos condições de chegarmos lá.
Ganhamos tudo o que disputamos até agora em 2008. a Dubai Cup, o Gauchão e estamos bem encaminhados na Copa do Brasil. Temos ainda o Brasileiro e a Sul Americana, único título que ainda não temos e que devemos ir com tudo para disputar e garantir uma vaga na disputa da Recopa, em busca do bi. Se tudo se encaixar, teremos um Centenário perfeito.
Não vou postar o que disse no texto anterior que colocaria. Acabei recebendo esse e-mail de um amigo e resolvi postá-lo aqui no blog. Quem visitar pode (e deve) copiar o texto e enviar para sua rede de amigos. Os erros de português foram de quem escreveu o texto, que não fui eu!
Colorados e coloradas
Se você esteve no Beira-Rio na quarta-feira, 23 de abril, vai entender bem do que se trata. Mas se você não esteve lá, o que é uma pena, porque perdeu a oportunidade de viver um momento inesquecível e mágico, também vai entender. Porque o torcedor colorado sabe, esteja onde estiver, qual é o tamanho da sua importância para o Internacional: é do tamanho do mundo, o mesmo mundo que pintamos de vermelho em dezembro de 2006.
Pois agora que temos pela frente outro desafio? o de fazermos 2 gols de diferença em cima dos verdes da Serra ?, gostaria de te convidar a fazer mais do que estar presente de forma entusiasmada, esfuziante, emocionada e emocionante no Beira-Rio, domingo à tarde. Quero te convidar para, já a partir de quinta-feira, dia 1º de maio, literalmente mergulhar o Rio Grande nas cores da paixão colorada.
Veste tua camisa, qualquer que seja ela, nova, velha, vermelha, branca, listrada, com ou sem a Tríplice Coroa, com número ou sem número. Pega a tua bandeira, grande, pequena, novinha ou meio esfarrapada, e mostra ela pro mundo, pendura na janela ou na sacada, amarra no capô do teu carro, enrola no pescoço. Diz pro teu pai, tua mãe, teu marido ou mulher, namorado(a), filhos e filhas, avô ou neto, cunhados, enteadas, seja lá quem for, fazer a mesma coisa. De preferência, não tira qualquer um destes mantos nem na hora de dormir, porque assim vais poder sonhar com o Inter. Um sonho que, embalado pela tua energia positiva, no domingo vai se transformar em realidade.
Faz mais: pega essa mensagem que estás lendo e, agora mesmo, replica para todo mundo que tu conheces e que ama o Internacional. Publica ela em blogs, sites, comunidades virtuais, onde imaginares e tiveres acesso. Liga para as rádios e tvs, participa de enquetes, publica comentários em fóruns e murais, passando sempre a mesma mensagem: O Inter vai amassar o Juventude no domingo, porque nenhum time no mundo tem uma torcida tão apaixonada quanto a nossa. E só somos assim apaixonados porque nosso time, nosso clube, é merecedor da nossa paixão avassaladora e vencedora.
Vamos construir juntos, a partir de quinta-feira, dia 1º, com nossa presença nas ruas, praças, parques, rádios, TVs, jornais, sites, seja o que for, uma energia em tons de vermelho e branco tão poderosa que vai paralisar o Juventude. A força e o pulsar dos nossos corações colorados farão tremer o Beira-Rio e assustarão nossos adversários. Porque lá é a nossa casa, e vai ser lá, no nosso templo sagrado, que com certeza faremos uma grande festa ao final da tarde de domingo.
Porque somos todos seguidores do Colorado e para sempre vamos amá-lo.
“Vâmo vâmo” INTER!!!
As complicações do e o heroísmo do jogo histórico contra o Paraná não se resumiram para quem estava no Estádio, incluindo nessa fração, os jogadores e comissão técnica. Por eu estar morando no Litoral, dificilmente tenho condições de ir ao Beira-Rio, em função do trabalho e também dos altos custos de deslocamento, salvo quando o Consulado daqui de Imbé promove alguma excursão.
Eu e um amigo saímos da minha casa minutos antes do jogo, com o objetivo de ir a algum boteco para assistir a partida. Chegamos no primeiro boteco e nada. Apenas Criciúma x Vasco, pela Copa do Brasil, num dos canais e, no outro, São Paulo x Atlético Nacional, pela Libertadores. Fomos até outro bar, não muito longe dali. A TV estava ligada na Globo e cerca de dez colorados estavam sentados, aguardando o início da partida. Pensamos que o jogo seria transmitido, talvez pelo pay per view, ou algo parecido. Mas foi o dono do bar, colorado fanático, buscar por algum canal que pudesse estar transmitido o jogo mais importante do Internacional, até então, que se deu uma grande decepção: a partida não tinha transmissão nem pelo sistema pago.
Fomos em desabalada carreira para casa, para acompanhar pelo rádio mesmo. Seria um jogo sem cerveja e sem transmissão pela TV. Enquanto isso subi para minha casa, o meu amigo foi buscar um refrigerante (isso mesmo, Pepsi, para ser mais exato) para escutarmos o jogão. Liguei o rádio na Guaíba. Uma chiadeira só, mas dava para quebrar o galho. Logo iniciou o jogo e o Haroldo fala do lance do Jonas. Caralho! Eu queria ver a porra do lance, não ficar imaginando. Fiquei assustado, apavorado, pois se tratava de uma importante peça da equipe. Passada a situação, veio o gol do Paraná. Pensei em jogar a toalha, mas “não se assustemo”. Andrezinho, sonhador, igualou tudo. Depois, meu amigo voltou com o bendito refri. Bebi tudo praticamente sozinho durante o jogo inteiro, sofrendo, o coração a 130 batimentos por minuto. Valeu, sem ceva, sem TV, mas foi bom demais.
Na virada para o segundo tempo fiz uma promessa: se o Inter se classificar eu fico uma semana sem surfar. Dito e feito. Vai ser foda, pois as previsões indicam boas ondas, mas fodam-se as ondas. Valeu a pena, afinal o time amassou os paranaenses, rasgando a primeira touca, deixando as gazelas tricoflores mais desvairadas e num baita chororô. Antes de terminar o jogo fiz nova promessa: se faturarmos o Gauchão, acabando de vez com a outra toca da Serra, não vou tomar café preto por um mês. Não preciso de café, preciso ver o meu time indo pra frente. É o que importa, afora as questões familiares.
O Inter fez exatamente o que eu disse que deveria ser feito no post anterior. Não tem que se acuar. Raça, entrega, suando sangue. Sobre isso e outras questões mais vou falar na minha próxima postagem, muito provavelmente depois do primeiro jogo contra os verdes.
É, infelizmente a corneta tem que pegar. Minha preocupação é em relação à postura do Internacional em campo quando enfrentou adversários mais qualificados. Vimos diversos jogos no Gauchão onde o time simplesmente surrou seus adversários, e o mesmo ocorreu na Copa do Brasil. Amassou adversários inexpressivos, que atuam, no máximo, na Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro, no caso do Brasil de Pelotas e o Nacional da Paraíba. Vimos também algumas dificuldades diante de equipes mais aguerridas, como no caso do Caxias e também do Inter de Santa Maria, que também disputam a Terceirona Nacional, assim como diante da Chapecoense.
Os adversários mais qualificados que falei anteriormente não estão na Série A do Brasileirão e tratam-se de duas “toucas”, o Juventude e o Paraná, ambos na Segunda Divisão e que, creio, não tem condições de voltar à elite com seus fracos elencos. Temos um dos melhores grupos do futebol brasileiro hoje, ao lado de Palmeiras e Cruzeiro. Mas jogar mal e perder para os times mais fortes que enfrentamos no ano, e que são fracos, tendo uma visão geral do futebol no Brasil, hoje, me preocupa e muito.
O time é culpado por ter estas duas “toucas”. O Internacional é muito maior que esses dois timecos de segundona e não pode jogar com eles como se ele, Inter, fosse o time médio. Ele é o grande. Claro, tem que respeitar o adversário, mas tem que se impor dentro de campo, mostrar quem é Tri Brasileiro, Campeão da Libertadores e do Mundo. Jogando em casa, deve mostrar quem manda. Fora, deve mostrar o cartão de visita. Se jogar como secundário, dando moral ao adversário, dizendo que sempre há dificuldades impostas por Paraná e Juventude, e jogando com medo, não há como rasgar as toucas. Assim, não tem como. Abel e os motivadores do time tem que mudar essa postura e as declarações contam muito nessa hora.
E eles, são os nosso próximos adversários. Mas, com certeza, vamos batê-los.
A raça, elemento fundamental na conquista dos maiores títulos do Internacional – Mundial e Libertadores – está de volta. Ela sempre esteve presente em alguns jogadores, como o sempre guerreiro Edinho e, principalmente, do volante argentino Giñazu.
Vi que a raça e a persistência dos jogadores foi fundamental na vitória sobre o Caxias por 1 a 0 no último domingo, dia 13 de abril, pelas semifinais do Gauchão. A pegada forte do time, aliada ao grupo de grande qualidade pode nos levar longe neste ano. Escrevi aqui, em novembro do ano passado, o post “O negócio é 2008”. Esperamos que seja mesmo, de fato e tudo se encaminha para isso.
Foram muitas as conquistas, os momentos de alegrias. Posso dizer que destes 99 anos de história, 27 deles eu vivi intensamente. Claro, tem coisa que não lembro, pois 27 anos é a minha idade. Dar parabéns ao Inter e aos colorados é algo comum hoje. O que destaco como mais interessante é fazer uma lembrança, ainda que sucinta de momentos ligados ao Inter e que marcaram minha vida.
Nunca vou esquecer do meu aniversário de sete anos, quando ganhei minha segunda camiseta do time. A primeira ganhei com pouco mais de um ano. Mas esta era aquela da Perusso, uma toda furada com o patrocínio da Aplub. Com ela fui no meu primeiro gre-NAL vencido pelo Inter, por 1 a 0.
Trabalhei na Secretaria Social do Inter durante cinco anos. Durante esse tempo, numa década não tão positiva para o Inter como a atual, pude acompanhar inúmeros jogos, mas tem alguns que ficarão para sempre na minha memória:
Inter 1 x 0 Fluminense, em 1995, gol do Válber.
Inter 4 a 0 Veranópolis, Gauchão de 1997, quando, num dia no meio da semana, a direção abriu os portões, pois o time necessitava da vitória para seguir adiante no Gauchão.
Inter 1 a 0 gfpa… meu primeiro título dentro do estádio. Perdi minha almofada e briguei depois do jogo com umas bonecas… foi demais, a arrancada do Fabiano o chute forte na saída do Danrlei, a massa vibrando. Meus olhos estão cheio de lágrimas, pois foram momentos muito marcantes…
Fora do Beira-Rio teve o gre-NAL do 5 a 2. Eu estava lá, foi demais ver a gazelada chorando e a massa vermelha zoando.
Depois que encerrei meu ciclo profissional no Inter, passei a acompanhar menos os jogos, o que acabou se intensificando nos anos de 2005 e 2006 e um pouco no ano passado. Mas o momento mais marcante, apesar dos títulos da Libertadores e do Mundial FIFA foi a partida entre Internacional x Libertad. Chorei como uma criança, com o gol do Alex e depois com o do Fernandão, que nos deram a vaga na final e a passagem para nossas maiores glórias.
Inter, obrigado por tudo. Vamos rumo ao Centenário, com uma certeza, absoluta:
INTER, UM SENTIMENTO QUE NUNCA VAI ACABAR…. A CADA DIA TE QUERO MAIS.
Excetuando-se o título da Recopa, 2007 foi um ano terrível para a torcida colorada. Tão logo, no ano anterior, o Clube tenho conquistado seus dois maiores títulos, a Libertadores e o Mundial, acabamos eliminados na primeira fase do Gauchão e da Libertadores e, de quebra, fizemos uma campanha apenas intermediária no Brasileirão. A vaga na Copa Sul-americana do ano que vem veio como prêmio de consolação.
Uma pena o time ter acordado apenas na reta final do Brasileirão. O que me deixa contente é que temos uma excelente base e poucas peças precisam ser repostas. Precisamos apenas de um armador de qualidade e um ala direito.
Resta-nos aguardar e torcer para que no ano que vem as coisas sejam diferentes. Torneio de Dubai, que vale uma boa grana e deixará ainda mais em evidência o nome do Clube no cenário internacional, o Gauchão, que sempre queremos ganhar, a Copa do Brasil, um atalho para a Libertadores, o Brasileirão e a Sul-Americana, competição continental onde somos o time brasileiro com mais tradição.
Que venha 2008, e com Fernandão jogando o que está jogando neste final de 2007.
O ex-jogador do Internacional e um dos símbolos do chamado “Rolo Coelho da Costa, o Bodinho, morreu no último sábado, 22 de setembro, aos 79 anos.
Nascido em Recife, no dia 16 de Julho de 1928, Bodinho participou do “Rolinho”, time colorado da década de 50 que foi comandado pelo inesquecível Tetê. O jogador colorado recebeu este apelido devido às cabeçadas fulminantes que costumava dar contra os adversários, além de apavorar goleiros com seus chutes de virada. Bodinho foi um dos que comandou o Internacional em uma vitória inesquecivel: 6×2 sobre o gfpa no dia da inauguração do chiqueiro.
Conquistou cinco Campeonatos Gaúchos, sendo que em 1955, obteve a maior média de gols por partida no campeonato estadual: marcou 25 gols em 18 jogos (média de 1,4 gols por partida). Chegou ao Inter em 1952 por indicação do técnico Teté. Foi meia-direita e centroavante, mas antes do clube colorado, defendeu o Íbis de Pernambuco, o Sampaio Correa do Maranhão e o Flamengo do Rio, sempre como ponteiro-direito. Formou, ao lado do carioca Larry, uma das maiores duplas de ataque da história do futebol gaúcho. Ambos consagraram a “tabelinha”. Integrou a Seleção Brasileira que ganhou o Pan-Americano do México em 1956, competição na qual marcou três gols em cinco partidas.
