A derrota de ontem (24), serviu para um alerta: não podemos nos iludir com os resultados positivos conquistados recentemente, desde a conquista da Recopa. A situação no Brasileiro é terrível, pois foram 4 derrotas, 1 empate e apenas 2 vitórias.
Ontem, considero a responsabilidade da derrota fruto do sr. Alexandre Gallo, que mexeu mal no time, tirando Sidnei, de boa atuação e empilhou atacantes, o que dificilmente dá certo. Daria certo se fosse nos anos 50, nos tempos de Bodinho, Tesourinha e Carlitos.
Os dois gols sofridos foram resultados de falha individuais, em jogadas de saída de bola. Na primeira, do Clemer, somada a erros de Ceará e Índio, que falharam na marcação e foram entortados pelo cara. No segundo, novamente Índio. Saída errada no meio, contra-ataque rápido, e o resultado já sabemos.
Mas sempre temos que tirar uma lição positiva em cada fato negativo. Ontem, a atuação de Sidnei, até ser substituído pelo Gallo. Marcão também jogou muito. Esforçado, bem na marcação… e Popular, mais uma vez, deu show. Pena que o resultado não agradou.
Surge o Rolo Compressor
O Rolo Compressor era um time extremamente ofensivo, que durou de 1940 a 1948, conquistando oito estaduais em nove anos. O motivo de tamanha superioridade datava de 1926, ano em que o Inter passou a utilizar jogadores negros em seu grupo, prática ainda não adotada pelo rival, gfpa, até 1952. Isto acabou fortalecendo a equipe, que não tinha restrições e acabava sempre com os melhores jogadores, além de ganhar o apelido de “Clube do Povo”. Esta equipe contou com vários dos maiores craques já surgidos no internacional.
Talvez a maior formação que todos colorados sonham, obedecendo ao sistema clássico de dois zagueiros, uma linha média de três e um ataque com cinco – dois pontas, dois meias e um centroavante – tenha sido o Rolo Compressor do goleiro Ivo Winck, os dois zagueiros Alfeu e Nena, os três médios, Assis, Ávila e Abigail e o ataque de Tesourinha, Russinho, Vilalba, Rui e Carlitos – o time de 42. O núcleo do Rolo era mesmo Carlitos, Tesourinha, Alfeu e Nena. Começou em 39 e prolongou-se até 50.
Copa do Mundo
Com a renovação da estrutura das arquibancadas, o Estádio dos Eucaliptos sediou dois jogos da Copa do Mundo de 1950: México x Iuguslávia e México x Suíça, motivo de imenso orgulho para os colorados. Até hoje, o único estádio gaúcho a ter sediado um jogo de Mundial de seleções.
A inauguração do Olímpico
O Inter deu um presente inesquecível ao adversário de no dia 26 de setembro de 1954: uma goleada de 6 a 2 no greNAL dos festejos de inauguração do chiqueiro da azenha. O goleiro Sérgio foi o melhor do gfpa, evitando uma goleada ainda maior. Larry fez quatro gols. O Inter, treinado por Teté jogou com Milton; Florindo e Lindoberto; Oreco, Salvador e Odorico; Luizinho, Bodinho, Larry, Jerônimo e Canhotinho.
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Peço desculpa aos meus poucos, porém fiéis leitores. Mas ando totalmente sem tempo pra postar nos meus blogs. Não consegui fazer um lembrando da conquista da Tríplice Coroa.
Mas o momento é bom para falar do azenha f.c. acharam que era barbada, mas eles não têm pedigree para bater o boca. Aliás, passaram na sorte, como sempre em muitas partidas, como naquela contra o Santos. E também escaparam de levar uns sopapos maiores do Defensor, lá no Uruguai.