É, infelizmente a corneta tem que pegar. Minha preocupação é em relação à postura do Internacional em campo quando enfrentou adversários mais qualificados. Vimos diversos jogos no Gauchão onde o time simplesmente surrou seus adversários, e o mesmo ocorreu na Copa do Brasil. Amassou adversários inexpressivos, que atuam, no máximo, na Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro, no caso do Brasil de Pelotas e o Nacional da Paraíba. Vimos também algumas dificuldades diante de equipes mais aguerridas, como no caso do Caxias e também do Inter de Santa Maria, que também disputam a Terceirona Nacional, assim como diante da Chapecoense.
Os adversários mais qualificados que falei anteriormente não estão na Série A do Brasileirão e tratam-se de duas “toucas”, o Juventude e o Paraná, ambos na Segunda Divisão e que, creio, não tem condições de voltar à elite com seus fracos elencos. Temos um dos melhores grupos do futebol brasileiro hoje, ao lado de Palmeiras e Cruzeiro. Mas jogar mal e perder para os times mais fortes que enfrentamos no ano, e que são fracos, tendo uma visão geral do futebol no Brasil, hoje, me preocupa e muito.
O time é culpado por ter estas duas “toucas”. O Internacional é muito maior que esses dois timecos de segundona e não pode jogar com eles como se ele, Inter, fosse o time médio. Ele é o grande. Claro, tem que respeitar o adversário, mas tem que se impor dentro de campo, mostrar quem é Tri Brasileiro, Campeão da Libertadores e do Mundo. Jogando em casa, deve mostrar quem manda. Fora, deve mostrar o cartão de visita. Se jogar como secundário, dando moral ao adversário, dizendo que sempre há dificuldades impostas por Paraná e Juventude, e jogando com medo, não há como rasgar as toucas. Assim, não tem como. Abel e os motivadores do time tem que mudar essa postura e as declarações contam muito nessa hora.
E eles, são os nosso próximos adversários. Mas, com certeza, vamos batê-los.